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	<title>Arquivo de Canal Futuro Energia - SER Renováveis</title>
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	<description>Sistemas de Energia Renovável</description>
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	<title>Arquivo de Canal Futuro Energia - SER Renováveis</title>
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		<title>Uso do Hidrogênio via reforma de Etanol para a mobilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 10:11:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de Hidrogênio &#8211; H2 a partir da reforma do etanol junto à sua distribuição tem sido proposta como alternativa ao H2V (de origem eletrolítica) para aplicações de mobilidade em veículos elétricos.&#160; Essa rota aponta como vantagem a maior facilidade de transporte do etanol até uma estação de produção e distribuição do H2, em [&#8230;]</p>
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<p>A produção de Hidrogênio &#8211; H2 a partir da reforma do etanol junto à sua distribuição tem sido proposta como alternativa ao H2V (de origem eletrolítica) para aplicações de mobilidade em veículos elétricos.&nbsp; Essa rota aponta como vantagem a maior facilidade de transporte do etanol até uma estação de produção e distribuição do H2, em relação ao transporte direto do H2 produzido de forma centralizada.</p>



<p>Nessa estação será necessária uma infraestrutura com tanque para armazenamento de etanol, um reator para reformar do etanol, um compressor de alta pressão para o H2 produzido e ainda um reservatório para armazená-lo. Essa infraestrutura demandará também o suprimento de água para o reator e de energia elétrica para o compressor.</p>



<p>Uma vez abastecidos, os veículos levarão o H2 comprimido para uma Célula a Combustível embarcada, a qual produzirá energia elétrica para a propulsão do veículo por motores elétricos. A Rota 1, na figura mostrada, apresenta essa alternativa destacando as respectivas eficiências ao longo do processo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="470" height="393" src="https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-3.png" alt="" class="wp-image-5610" style="width:580px;height:auto" srcset="https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-3.png 470w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-3-300x251.png 300w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></figure>



<p><em>Figura: Comparação de eficiência entre três diferentes rotas para uso do etanol na mobilidade: Rota 1 &#8211; Veículo a Hidrogênio de Etanol; Rota 2 &#8211; Veículo Clássico a Etanol e Rota 3 &#8211; Veículo Híbrido a Etanol.</em></p>



<p>Comparação entre as diferentes rotas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Veículo a Hidrogênio de Etanol</strong></li>
</ol>



<p>Ainda na estação de serviço, a Rota 1 tem o H2 produzido em um reator que reforma o etanol com vapor de água a altas temperaturas (de 500 a 780°C) e o pressuriza para armazenamento. As eficiências dessas etapas foram estimadas como sendo de 75% e 90% respectivamente. Combinadas com a eficiência de uma Célula a Combustível que foi estimada em 50% e associada ainda à eficiência de 93% de um motor elétrico chegamos a uma eficiência global da ordem de 31%. Nessa rota foi assumido o uso de freio regenerativo.</p>



<p>Quanto ao custo, essa rota envolve operações de maior complexidade e em maior número, além da necessidade de água (cerca de 5kg por kg de H2 produzido) e de energia elétrica como insumo. Tais características implicam em investimento maior no veículo e em novas estações de serviço.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Veículo Clássico a Etanol</strong></li>
</ul>



<p>Na Rota 2 foi assumido o uso de freio dissipativo que reduz a eficiência média global do veículo em cerca de 25%. A eficiência de um Motor de Combustão Interna &#8211; MCI a álcool foi assumida, em regime de operação variável, como tendo eficiência de 31%. Considerando-se&nbsp; o freio dissipativo, chegamos a uma eficiência Global de 23%.</p>



<p>Essa rota envolve a menor complexidade dentre as três consideradas, implicando em menor necessidade de investimento inicial no veículo e dispensando investimento em estações de serviço.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Veículo Híbrido a Etanol</strong></li>
</ul>



<p>Na Rota 3 a eficiência do MCI a álcool, em condições ótimas de operação alimentando um gerador foi estimada em 32%. Combinada com a eficiência do motor elétrico nos leva a uma eficiência global de 30%. Tal como na Rota 1, foi assumido o uso de freio regenerativo.</p>



<p>A Rota 3 envolve complexidade intermediária entre as duas outras rotas, implicando em investimento inicial no veículo igualmente intermediário e dispensando investimento em estações de serviço.</p>



<p>Como se pode observar, a Rota 1 &#8211; Veículo a Hidrogênio de Etanol tem um desempenho energético melhor que a Rota 2 &#8211; Veículo Clássico a Etanol, mas muito próximo do desempenho da Rota 3 &#8211; Veículo Híbrido a Etanol, embora &nbsp;apresente o inconveniente de um custo sensivelmente superior às rotas 1 e 2, além de demandar água como insumo.</p>



<p><strong>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER</strong></p>



<p><em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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		<title>Hibridização de Usinas e Precificação de Carbono: Impulsionando a Transição Energética no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 10:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil, com sua vasta extensão territorial e abundante recurso solar, especialmente no Cinturão Solar, desponta como um protagonista na transição energética global. A hibridização de usinas e a preciO Brasil, com sua vasta extensão territorial e abundante recurso solar, especialmente no Cinturão Solar, desponta como um protagonista na transição energética global. A hibridização de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil, com sua vasta extensão territorial e abundante recurso solar, especialmente no Cinturão Solar, desponta como um protagonista na transição energética global. A hibridização de usinas e a preciO Brasil, com sua vasta extensão territorial e abundante recurso solar, especialmente no Cinturão Solar, desponta como um protagonista na transição energética global. A hibridização de usinas e a precificação de carbono são ferramentas chave para impulsionar esse movimento e garantir um futuro mais sustentável.</p>



<p><strong>Hibridização de Usinas:</strong></p>



<p>A combinação inteligente de diferentes fontes de energia renovável, como a solar fotovoltaica, eólica, hídrica e biomassa, em um mesmo sistema, maximiza a eficiência e a confiabilidade do fornecimento energético. No contexto do Cinturão Solar, a hibridização pode trazer benefícios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aproveitamento do Potencial Solar:</strong> A hibridização permite integrar a energia solar com outras fontes, garantindo o fornecimento de energia mesmo durante períodos de menor irradiação solar.</li>



<li><strong>Complementaridade entre as Fontes:</strong> A combinação de diferentes fontes, como solar e eólica, cria sinergia e otimiza a geração de energia ao longo do dia.</li>



<li><strong>Resiliência do Sistema:</strong> A diversificação da matriz energética aumenta a resiliência do sistema elétrico, reduzindo a vulnerabilidade a variações climáticas e interrupções no fornecimento.</li>
</ul>



<p><strong>Precificação de Carbono:</strong></p>



<p>A precificação de carbono é um mecanismo essencial para impulsionar a descarbonização da economia e incentivar investimentos em tecnologias e práticas mais limpas. No Brasil, a precificação de carbono pode contribuir para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Acelerar a Transição Energética:</strong> Ao atribuir um custo às emissões de gases de efeito estufa, a precificação de carbono incentiva a adoção de energias renováveis e a redução da dependência de combustíveis fósseis.</li>



<li><strong>Promover a Inovação:</strong> A precificação de carbono estimula o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias limpas e inovadoras, impulsionando a competitividade do setor energético brasileiro.</li>



<li><strong>Geração de Receitas:</strong> A receita gerada com a precificação de carbono pode ser direcionada para investimentos em projetos de sustentabilidade, como a conservação de florestas e o desenvolvimento de comunidades.</li>
</ul>



<p><strong>A SER Renováveis e o Cinturão Solar:</strong></p>



<p>A SER Renováveis, com foco em projetos de geração centralizada de energia renovável, reconhece a importância da hibridização de usinas e da precificação de carbono para o desenvolvimento sustentável do Brasil. No Cinturão Solar, buscamos desenvolver projetos inovadores que contribuam para a transição energética e a construção de um futuro mais limpo e próspero.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Usinas Hidrelétrica Híbridas com Usinas Fotovoltaica ou Eólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Artis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 16:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canal Futuro Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A geração de energia elétrica de forma híbrida entre duas fontes diferentes de energia, permite que essas sejam combinadas de forma a se valerem de sua complementaridade e sinergia para proporcionar um melhor “casamento” entre as curvas de oferta e de demanda de energia pelo SIN. Diversas combinações, como por exemplo a hibridização eólico-solar, valem-se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A geração de energia elétrica de forma híbrida entre duas fontes diferentes de energia, permite que essas sejam combinadas de forma a se valerem de sua complementaridade e sinergia para proporcionar um melhor “casamento” entre as curvas de oferta e de demanda de energia pelo SIN.</p>



<p>Diversas combinações, como por exemplo a hibridização eólico-solar, valem-se de suas complementaridades, em certas regiões geográficas, de forma a tornar a oferta de energia mais uniforme (<em>flat</em>). Infelizmente, isoladamente ou mesmo com hibridizações, essas fontes ainda mantêm a curva de geração de energia pouco flexível e afastada da condição desejável da oferta de energia, seja pela intermitência e variabilidade dessas fontes, seja pelas características também variáveis da curva de demanda de energia do SIN. Tal descasamento, combinado com limitações regionais de linhas de transmissão, levam à necessidade de corte da geração renovável (<em>curtailment</em>) feito pelo ONS, um problema grave que aflige o setor.</p>



<p>Sem dúvida, a possibilidade de armazenamento de energia minimizaria bastante esse problema agregando flexibilidade ao despacho da geração solar ou eólica que são totalmente inflexíveis. Isto significa que não é possível despachar para a rede uma potência menor que aquela disponibilizada por essas fontes, a menos que parte dessa potência seja dissipada (perdida). Para evitar essa perda faz-se necessário um sistema de armazenamento de energia como um BESS, por exemplo. Embora isso seja possível, aos custos atuais das baterias essa solução ainda é muito cara, conquanto se encontre próxima ao limiar de viabilidade econômica.</p>



<p>Outra estratégia muito conveniente seria hibridizar fontes de energia solar ou eólica, ou mesmo ambas com uma outra fonte também renovável, mas flexível. No Brasil a fonte hidrelétrica, responsável por cerca de 70% da geração elétrica, é a candidata natural e poderia usar a capacidade de acumulação de seus reservatórios<a href="#_ftn1" id="_ftnref1">[1]</a> de forma a atender à necessidade de armazenamento de uma Usina Fotovoltaica &#8211; UFV, por exemplo. O armazenamento feito por essa via apresenta uma eficiência superior a qualquer alternativa de armazenamento, sem grande impacto econômico ou ambiental. Apesar de o maior potencial eólico e solar, muitas vezes não se encontrarem próximos à Usinas Hidrelétricas &#8211; UHEs, uma avaliação econômica criteriosa pode indicar a conveniência dessa associação, mesmo incluindo o custo adicional de uma linha de transmissão.</p>



<p>Uma Usina Fotovoltaica Flutuante – UFF, com sua vantagem logística, também poderia atender à hibridização entre usinas hidrelétricas e usinas solares, no entanto, com as tecnologias atualmente disponíveis, o seu CAPEX ainda é sensivelmente mais elevado que o das UFVs convencionais.</p>



<p>Soluções análogas poderiam também ser obtidas por arranjos híbridos entre UFVs ou EOLs com Usinas Termoelétricas &#8211; UTEs movidas a biomassa (também renovável), contudo tal alternativa não será abordada nesse artigo.<br><br><strong>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER</strong></p>



<p><em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1">[1]</a> Existe ainda a possibilidade de supermotorização dessas UHEs de forma a lhes aumentar a flexibilidade, caso necessário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os Data Centers podem intercambiar cargas de energia</title>
		<link>https://serrenovaveis.com.br/os-data-centers-podem-intercambiar-cargas-de-energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Artis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 10:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canal Futuro Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerando&#160;que cerca de 40% da energia demandada pelos Data Centers&#160;se destina à refrigeração&#160;necessária ao&#160;processamento&#160;massivo&#160;de dados&#160;de seus&#160;servidores,&#160;fica clara&#160;a possibilidade de&#160;armazenamento&#160;térmico de&#160;calor&#160;à&#160;baixa temperatura,&#160;durante o dia,&#160;para uso no horário de pico da rede.&#160;Essa abordagem foi detalhada em&#160;artigo anterior. Além dessa&#160;flexibilidade&#160;proporcionada pelo armazenamento&#160;térmico&#160;de energia,&#160;os&#160;Data Centers&#160;podem&#160;permitir&#160;uma&#160;flexibilidade a mais, qual seja,&#160;a flexibilidadeproporcionada pela transferência&#160;massiva&#160;quase instantânea&#160;de dados&#160;através de fibras óticase,&#160;consequentemente,&#160;a&#160;transferência&#160;de&#160;carga de processamento&#160;entre&#160;diferentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Considerando&nbsp;que cerca de 40% da energia demandada pelos Data Centers&nbsp;se destina à refrigeração&nbsp;necessária ao&nbsp;processamento&nbsp;massivo&nbsp;de dados&nbsp;de seus&nbsp;servidores,&nbsp;fica clara&nbsp;a possibilidade de&nbsp;armazenamento&nbsp;térmico de&nbsp;calor&nbsp;à&nbsp;baixa temperatura,&nbsp;durante o dia,&nbsp;para uso no horário de pico da rede.&nbsp;Essa abordagem foi detalhada em&nbsp;artigo anterior.</p>



<p>Além dessa&nbsp;flexibilidade&nbsp;proporcionada pelo armazenamento&nbsp;térmico&nbsp;de energia,&nbsp;os&nbsp;Data Centers&nbsp;podem&nbsp;permitir&nbsp;uma&nbsp;flexibilidade a mais, qual seja,&nbsp;a flexibilidadeproporcionada pela transferência&nbsp;massiva&nbsp;quase instantânea&nbsp;de dados&nbsp;através de fibras óticase,&nbsp;consequentemente,&nbsp;a&nbsp;transferência&nbsp;de&nbsp;carga de processamento&nbsp;entre&nbsp;diferentes Data Centers&nbsp;em&nbsp;pontos afastados do&nbsp;planeta.&nbsp;Em particular, entre pontos&nbsp;onde a disponibilidade de energia renovável e intermitente&nbsp;seja distinta.</p>



<p>Os&nbsp;Data Centers&nbsp;podem, com isso,&nbsp;comutar&nbsp;geograficamente&nbsp;o local de&nbsp;demanda&nbsp;de energia para&nbsp;processamento de dados.</p>



<p>Assim, considerando&nbsp;a distribuição&nbsp;geográfica&nbsp;mundial de&nbsp;Data Centers,&nbsp;havendo conectividade de dados,&nbsp;em alguma medida&nbsp;é possível&nbsp;transferir&nbsp;dados e com isso&nbsp;também transferir&nbsp;a demanda&nbsp;de&nbsp;energia&nbsp;de um&nbsp;Data Center&nbsp;para outro&nbsp;com a maior&nbsp;disponibilidade de energia renovável.&nbsp;Isso corresponde, de&nbsp;certa forma&nbsp;a&nbsp;substituir a transmissão de energia(mais cara)&nbsp;pela transmissão&nbsp;de&nbsp;dados&nbsp;que é bem mais eficiente do ponto de vista energético.</p>



<p>Essa possibilidade sinaliza para um&nbsp;mecanismo&nbsp;importante&nbsp;que permitecompatibilizar&nbsp;o atendimento da grande demanda energética&nbsp;de&nbsp;Data Centers&nbsp;com a demanda regional da rede&nbsp;em que está inserido,&nbsp;através de fontes renováveis intermitentes&nbsp;(em particular com a energia solar).</p>



<p>Para se ter uma ideia,&nbsp;tal mecanismo poderia&nbsp;ocorrer entre&nbsp;diferentes&nbsp;Data Centers&nbsp;localizados&nbsp;no&nbsp;Brasil,&nbsp;em&nbsp;um&nbsp;país&nbsp;europeu&nbsp;ou norte africano&nbsp;e&nbsp;em&nbsp;uma cidade&nbsp;na costa oeste dos EUA.&nbsp;Considerando a diferença de fuso&nbsp;horário de cerca de 4 ou 5 horas&nbsp;para mais ou para menos&nbsp;entre&nbsp;os meridianos correspondentes a esses&nbsp;Data&nbsp;Centers&nbsp;e havendo canal eficiente de comunicação de dados entre eles,&nbsp;tal estratégia poderia ser implementada.</p>



<p>A&nbsp;flexibilidade&nbsp;na geração&nbsp;através do armazenamento&nbsp;elétrico,&nbsp;via BESS&nbsp;por exemplo,&nbsp;poderá&nbsp;ainda ser necessária,&nbsp;mas&nbsp;de forma&nbsp;apenas&nbsp;complementar&nbsp;e&nbsp;em menor&nbsp;escala.Teríamos,&nbsp;assim,&nbsp;carga&nbsp;e geração, ambas&nbsp;com&nbsp;alguma&nbsp;flexibilidade,&nbsp;que&nbsp;se amoldariam&nbsp;reciprocamente&nbsp;de forma a&nbsp;acomodar a carga&nbsp;de Data Centers ao SIN.</p>



<p><strong>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER</strong></p>



<p><em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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		<title>Energia Renovável e Eletrólise</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 11:46:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frequentemente aplicado em larga escala na indústria, a eletrólise consome grande quantidade de energia elétrica. Esse processo busca a separação de componentes de uma substância química através da quebra de sua ligação iônica por uma corrente elétrica. Na indústria de cloro-álcalis, apenas em 2013 no Brasil, foram utilizados 4.006 GWh de energia elétrica para a [&#8230;]</p>
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<p>Frequentemente aplicado em larga escala na indústria, a eletrólise consome grande quantidade de energia elétrica. Esse processo busca a separação de componentes de uma substância química através da quebra de sua ligação iônica por uma corrente elétrica.</p>



<p>Na indústria de cloro-álcalis, apenas em 2013 no Brasil, foram utilizados 4.006 GWh de energia elétrica para a produção de 1.248 mil toneladas de cloro, através da eletrólise aquosa (a partir de um eletrólito solúvel em água). Isso corresponde a um consumo de 3,2MWh por tonelada de cloro produzido, conforme dados da Abiclor. A energia elétrica é o principal insumo nessa indústria eletrointensiva representando cerca de 45% do custo final de produção. Além do cloro e do hidróxido de sódio, essa indústria também produz o H2V como subproduto<a href="#_ftn1" id="_ftnref1">[1]</a>.</p>



<p>O cloro e seus derivados estão entre os produtos mais usados pela indústria química. O hidróxido de sódio (soda cáustica), outro produto dessa indústria, encontra também larga aplicação na indústria, tendo forte participação na fabricação de papel, e do PVC. Além disso, a soda cáustica é um insumo importante na produção de alumínio e em toda a cadeia do lítio, cuja exploração está em franca expansão devido ao seu uso em baterias.</p>



<p>A eletrólise ígnea (a partir de um eletrólito fundido) é frequentemente utilizada para a extração e purificação de substâncias não ionizáveis em água. Entre suas aplicações mais importantes podemos citar a produção de Alumínio (15 MWh/t Al), a purificação do Cobre (4&nbsp;MWh/t&nbsp;Cu) e a produção de outros metais como Níquel, Nióbio e Lítio.</p>



<p>De acordo com o BEN, o setor de mineração responde por cerca de 2% do consumo de energia elétrica no país, sendo que boa parte dessa energia é destinada diretamente à separação química por eletrólise e aos processos de beneficiamento, separação física e purificação de minérios.</p>



<p>A produção do H2V por eletrólise consome cerca de 65 MWh/t&nbsp;H<sub>2</sub> (com um rendimento inferior a 65%). Sua utilização em aplicações industriais pode ser considerada uma rota indireta para o uso de energia elétrica renovável (EER) na indústria, contribuindo para a descarbonização da economia. Esse mesmo propósito pode ser alcançado pelo uso direto da energia renovável na indústria, por exemplo, através da eletrólise. Resta determinar qual dessas rotas alcança o melhor desempenho na redução das emissões de gases de efeito estufa em relação a quantidade de EER utilizada.</p>



<p>Embora se dê muita ênfase ao papel do H2V na descarbonização da economia, um mercado mais direto e eficiente para o uso da EER com esse propósito poderia ser o da produção industrial de alumínio, cloro e derivados, cobre e outros produtos eletrointensivos, tornando-os “mais verdes” e buscando, inclusive, o mercado de exportação.</p>



<p>Se considerarmos a distribuição geográfica dos recursos energéticos renováveis e minerais no país, poderemos identificar nichos de mercado para a utilização da EER, especialmente daquelas provenientes de fontes solar e eólica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1">[1]</a> Segundo a Abiclor, as indústrias brasileiras de Cloro-Álcalis, têm capacidade para produzir&nbsp;40 mil toneladas de H2V por ano.</p>



<p><strong>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER</strong></p>



<p><em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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		<title>Os Data Centers podem ser cargas flexíveis</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 16:27:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O armazenamento de energia adquire um papel fundamental para viabilizar o atendimento da grande demanda energética existente para a instalação de Data Centers através de fontes renováveis intermitentes. Provavelmente haverá ainda a necessidade de fontes térmicas de origem fóssil, por exemplo, que venham complementar a alimentação de forma a atender ainda melhor o exigente requisito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O armazenamento de energia adquire um papel fundamental para viabilizar o atendimento da grande demanda energética existente para a instalação de Data Centers através de fontes renováveis intermitentes. Provavelmente haverá ainda a necessidade de fontes térmicas de origem fóssil, por exemplo, que venham complementar a alimentação de forma a atender ainda melhor o exigente requisito de confiabilidade existente, mas com baixa participação (com baixo fator de Capacidade).</p>



<p>Em uma primeira abordagem, seríamos levados a buscar uma dentre as alternativas de armazenamento de energia elétrica, possivelmente um <strong>BESS</strong>, que garantisse uma regularização ao menos diária da geração. A flexibilidade proporcionada pelo armazenamento, embora de custo elevado, proporciona um melhor casamento (<strong><em>matching</em></strong>) da oferta não firme de energia renovável com a demanda dos Data Centers.</p>



<p>Grande parte dessa demanda, cerca de 40%, se destina à refrigeração para retirada de calor produzido pelo volume massivo de processamento de dados nos servidores dos Data Centers, que devem ser mantidos em uma temperatura controlada entre 15 e 22°C.</p>



<p>Tal característica sinaliza para a possibilidade de armazenamento térmico de calor a baixa temperatura, junto à carga. Esse armazenamento poderia, por exemplo, ser feito na forma de gelo (vulgarmente denominado “armazenamento do frio”). Assim procedendo, teríamos a possibilidade de adequar (ao menos em parte) a carga térmica demandada à oferta de energia de forma muito mais econômica. Essa flexibilidade introduzida na demanda de energia pode ser bastante importante, considerando-se a elevada carga de refrigeração exigida pelos Data Centers, e reduziria a necessidade de flexibilidade na geração.</p>



<p>A flexibilidade na geração, através do armazenamento elétrico, poderá ainda ser necessária, mas de forma apenas complementar e em menor escala. Teríamos, assim, carga e geração, ambas com alguma flexibilidade, que se amoldariam reciprocamente para mais facilmente alcançar o referido <strong><em>matching</em></strong>. Isto é, através do armazenamento híbrido de energia elétrica na geração e de energia térmica na carga. Tal solução para o suprimento energético de Data Centers se apresenta promissora, devido a uma redução importante no custo final do armazenamento híbrido.<br><br><strong>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER</strong></p>



<p><em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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