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	<title>Arquivo de Solarpv - SER Renováveis</title>
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	<description>Sistemas de Energia Renovável</description>
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	<title>Arquivo de Solarpv - SER Renováveis</title>
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		<title>A importância da PL 2308/2023 no mercado de Hidrogênio Verde Brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 22:32:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o crescente reconhecimento do hidrogênio verde como solução para combater as mudanças climáticas, torna-se crucial o posicionamento do Brasil na competição global para atrair investimentos destinados à produção de Hidrogênio de Baixo Carbono. Além dos avanços tecnológicos através de investimentos em Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&#38;I), é imprescindível avançar em regulamentações que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente reconhecimento do hidrogênio verde como solução para combater as mudanças climáticas, torna-se crucial o posicionamento do Brasil na competição global para atrair investimentos destinados à produção de Hidrogênio de Baixo Carbono.</p>
<p>Além dos avanços tecnológicos através de investimentos em Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I), é imprescindível avançar em regulamentações que ofereçam incentivos à produção de hidrogênio de baixo carbono, impulsionando economicamente esse mercado.</p>
<p>O Projeto de Lei nº 2308, de 2023, da Câmera dos Deputados, surge como marco legal no Brasil.</p>
<p>“Aprovado na Câmara dos Deputados em novembro do ano passado, o texto trata de princípios, objetivos, taxonomia, governança, certificação e incentivos fiscais e financeiros. É prevista a criação da Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, que admite o desenvolvimento de todas as rotas de produção, sem a caracterização por cores (verde, azul, marrom etc). A governança do setor ficará a cargo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>A proposta estabelece que será considerado hidrogênio de baixa emissão de carbono aquele que, no ciclo de vida do processo produtivo, resulte em valor inicial menor ou igual a quatro quilogramas de dióxido de carbono equivalente por quilograma de hidrogênio produzido (4 kgCO2eq/kgH2). Esse número representa a intensidade de emissão de gases do efeito estufa, mas deverá ser adotado até 31 de dezembro de 2030, sendo regressivo a partir dessa data.</p>
<p>O texto também conceitua o hidrogênio renovável como aquele obtido com o uso de fontes renováveis, incluindo solar, eólica, hidráulica, biomassa, biogás, biometano, gases de aterro, geotérmica, das marés e oceânica. Ao longo do tempo, os incentivos tratados no projeto deverão ser gradativamente destinados ao hidrogênio renovável.”</p>
<p>Fonte: Agência Senado (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/04/16/relatorio-sobre-marco-legal-do-hidrogenio-sera-votado-nesta-quarta">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/04/16/relatorio-sobre-marco-legal-do-hidrogenio-sera-votado-nesta-quarta</a>)</p>
<p>Embora seja considerado programático, apresentando um teor ainda pouco concreto com muitas definições a serem regulamentadas, representa um passo inicial de grande relevância. Atualmente em análise no Senado, o referido projeto desperta diversas perspectivas quanto à sua aprovação.</p>
<p>Em um recente parecer favorável do Senado, o relator Otton Alencar propõe não apenas a manutenção dos incentivos já existentes, mas também a implementação concreta de uma política de indução à produção do Hidrogênio Verde e à nova industrialização do Brasil, inspirada em modelos adotados por outros países, mas adaptada à realidade brasileira. Isso proporcionará condições para um crescimento significativo de toda a cadeia do hidrogênio e seus derivados no mercado nacional, bem como dos setores que dependem dessa nova fonte de energia para seu processo de descarbonização.</p>
<p>Como forma de se posicionar na vanguarda, a SER Renováveis acompanha de perto o desafiador posicionamento e planejamento efetivos do Brasil para impulsionar o mercado em larga escala do Hidrogênio de Baixo Carbono.</p>
<p>SER Expert – Lêda Maria Freitas de Lucena | Engenheira Eletricista</p>
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		<title>Criatividade e Erro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 20:26:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O início da computação eletrônica se dá nos anos 40 e 50, ainda tendo a válvula como o hardware básico de sua concepção. Os computadores, então, eram dedicados a aplicações específicas (não permitiam que a programação fosse alterada). Posteriormente, juntamente com a eletrônica, sua memória e capacidade de processamento vêm sofrendo um desenvolvimento vertiginoso, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s6"><span class="s4">O</span><span class="s4"> início da </span><span class="s4">computação eletrônica se dá </span><span class="s4">nos anos </span><span class="s4">40 e </span><span class="s4">50, ainda tendo a válvula como </span><span class="s4">o </span><span class="s4">hardware básico </span><span class="s4">de sua concepção.</span> <span class="s4">O</span><span class="s4">s computadores</span><span class="s4">, então,</span><span class="s4"> eram dedicados a </span><span class="s4">aplicações específicas</span><span class="s4"> (não permitiam </span><span class="s4">que</span><span class="s4"> a programação</span><span class="s4"> fosse alterada</span><span class="s4">)</span><span class="s4">. </span></p>
<p class="s6"><span class="s4">Posteriormen</span><span class="s4">te</span><span class="s4">, </span><span class="s4">juntamente com </span><span class="s4">a eletrônica</span><span class="s4">,</span> <span class="s4">su</span><span class="s4">a memória </span><span class="s4">e capacidade de processamento </span><span class="s4">v</span><span class="s4">ê</span><span class="s4">m sofrendo </span><span class="s4">um desenvolvimento vertiginoso</span><span class="s4">, o que levou a</span><span class="s4"> uma </span><span class="s4">obsessão</span> <span class="s4">pela</span><span class="s4"> busca</span><span class="s4"> por resultados cada vez mais precisos</span><span class="s4">, de tal forma que se </span><span class="s4">os dados de entrada e </span><span class="s4">o </span><span class="s4">algoritmo</span><span class="s4">,</span><span class="s4"> que determina a lógica do programa</span><span class="s4">,</span><span class="s4"> estivesse</span><span class="s4">m</span> <span class="s4">corretos</span><span class="s4">,</span><span class="s4"> ficava assegurada uma precisão </span><span class="s4">muito grande dos resultados</span><span class="s4">, </span><span class="s4">levando </span><span class="s4">assim a</span><span class="s4"> soluções cada vez mais confiáveis, com o erro tendendo para zero.</span></p>
<p class="s6"><span class="s4">Hoje, com o advento da </span><span class="s4">Inteligência Artificial &#8211; </span><span class="s4">IA, buscamos computadores que </span><span class="s4">sejam </span><span class="s4">espert</span><span class="s4">os, i</span><span class="s4">sto é</span><span class="s4">, que </span><span class="s4">possam</span><span class="s4"> ter insights </span><span class="s4">e ser criativos.</span> <span class="s4">Mas a</span><span class="s4">qui aparece um dilema: <strong>Como manter </strong></span><strong><span class="s4">os resultados precisos e permitir a criatividade?</span> <span class="s4">Como permitir </span><span class="s4">que </span><span class="s4">programas que seguem, estritamente, algoritmos “engessados”</span><span class="s4"> e</span> <span class="s4">qu</span><span class="s4">e </span><span class="s4">por isso</span> <span class="s4">lev</span><span class="s4">a</span><span class="s4">m a resultados </span><span class="s4">sempre </span><span class="s4">precisos</span> <span class="s4">sejam criativos?</span></strong></p>
<p class="s6"><span class="s4">Acontece que a criatividade requer liberdade para a criação.</span> <span class="s4">Muita liberdade possibilita soluções muito criativas, mas com possibilidades de erros (devaneios). Pouca liberdade reduz a criatividade e admite soluções </span><span class="s4">mais </span><span class="s4">pobres, mas com pouco risco de devaneios.</span> <span class="s4">A IA sofre desse pe</span><span class="s4">cado de nascença, </span><span class="s4">ela pode levar</span><span class="s4"> a</span><span class="s4"> resultados </span><span class="s4">brilhantes</span> <span class="s4">n</span><span class="s4">a solução </span><span class="s4">de um problema</span><span class="s4">, mas pode também incorrer em erros </span><span class="s4">grosseiros</span><span class="s4"> e respostas</span><span class="s4"> tão inesperados quanto a solução brilhante</span><span class="s4">.</span></p>
<p class="s6"><span class="s4">Se um trem se vê obrigado a seguir os trilhos </span><span class="s4">existentes </span><span class="s4">entre duas cidades, não há possibilidade de </span><span class="s4">se </span><span class="s4">otimizar a</span><span class="s4"> s</span><span class="s4">ua</span><span class="s4"> trajet</span><span class="s4">ória</span><span class="s4">. </span><span class="s4">Porém </span><span class="s4">se </span><span class="s4">o trajeto for feito</span> <span class="s4">por</span><span class="s4"> avião</span><span class="s4">, por exemplo</span><span class="s4">, </span><span class="s4">pode-se optar por diferentes alturas ou</span><span class="s4"> mesmo rotas distintas</span><span class="s4">. </span><span class="s4">No que concerne a IA,</span><span class="s4"> d</span><span class="s4">entre as alternativas</span><span class="s4"> aventadas</span><span class="s4">, um </span><span class="s4">programa deve </span><span class="s4">privilegia</span><span class="s4">r</span> <span class="s4">aquelas</span><span class="s4"> soluções</span> <span class="s4">que otimizem uma </span><span class="s4">determinada </span><span class="s4">“</span><span class="s4">f</span><span class="s4">unção </span><span class="s4">o</span><span class="s4">bjetivo</span><span class="s4">”</span> <span class="s4">sujeita às </span><span class="s4">restrições </span><span class="s4">impostas a</span><span class="s4">o problema</span><span class="s4">.</span><span class="s4"> Essa função</span> <span class="s4">deve </span><span class="s4">associar cada solução a</span><span class="s4"> um</span><span class="s4">a grandeza</span><span class="s4"> escalar</span><span class="s4">. </span><span class="s4">Assim, p</span><span class="s4">odemos </span><span class="s4">modelá-la</span> <span class="s4">como sendo</span> <span class="s4">o peso de uma estrutura, o custo de um processo ou </span><span class="s4">o tempo de percu</span><span class="s4">r</span><span class="s4">so </span><span class="s4">de </span><span class="s4">u</span><span class="s4">ma trajetória</span><span class="s4">.</span><span class="s4"> O </span><span class="s4">pro</span><span class="s4">blema</span><span class="s4"> deve, então</span><span class="s4">,</span><span class="s4"> ser resolvido </span><span class="s4">de forma a otimizar uma dessas funções </span><span class="s4">objetiv</span><span class="s4">o.</span></p>
<p class="s6"><span class="s4">Nesse cenário, o</span><span class="s4"> erro associado à so</span><span class="s4">lução </span><span class="s4">obtida </span><span class="s4">não depende apenas </span><span class="s4">da precisão dos dados </span><span class="s4">de entrada </span><span class="s4">e do </span><span class="s4">seu processamento</span><span class="s4">, mas va</span><span class="s4">i depender também </span><span class="s4">das rotas escolhidas </span><span class="s4">pelo </span><span class="s4">algoritmo utilizado</span><span class="s4"> e pel</span><span class="s4">a função </span><span class="s4">objetivo</span><span class="s4"> designada para avaliar a solução</span><span class="s4"> ótima</span><span class="s4">.</span> <span class="s4">Por analogia, a</span><span class="s4"> própria evolução das espécies</span> <span class="s4">só</span><span class="s4"> nos tr</span><span class="s4">ouxe</span> <span class="s4">ao estágio de evolução </span><span class="s4">a</span><span class="s4"> que chegamos, graças à possibilidade de erro cometido </span><span class="s4">durante a reprodução das espécies.</span> <span class="s4">Um</span><span class="s4">a certa taxa de</span> <span class="s4">mutações </span><span class="s4">(erros</span><span class="s4"> aleatórios</span><span class="s4">) </span><span class="s4">é</span> <span class="s4">desejável </span><span class="s4">para permitir </span><span class="s4">ess</span><span class="s4">a evolução. Um critério de seleção </span><span class="s4">(natural) </span><span class="s4">se impõe </span><span class="s4">para determinar qu</span><span class="s4">a</span><span class="s4">is</span> <span class="s4">espécies </span><span class="s4">têm maior probabilidade de </span><span class="s4">subsistir</span> <span class="s4">e prosperar</span><span class="s4">,</span><span class="s4"> faz</span><span class="s4">endo</span><span class="s4"> o papel d</span><span class="s4">a função </span><span class="s4">objetivo</span><span class="s4">.</span> <span class="s4">Assim, s</span><span class="s4">e </span><span class="s4">repetíssemos </span><span class="s4">exatamente</span><span class="s4"> as condições </span><span class="s4">sobre a Terra </span><span class="s4">de 10</span><span class="s4">.</span><span class="s4">000 ano</span><span class="s4">s</span><span class="s4"> atrás</span><span class="s4">,</span> <span class="s4">a experi</span><span class="s4">ê</span><span class="s4">ncia da evolução das espécies </span><span class="s4">certamente </span><span class="s4">nos traria</span><span class="s4">, hoje</span><span class="s4">,</span> <span class="s4">a um mundo</span> <span class="s4">bastante distinto</span><span class="s4">.</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></span></p>
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		<title>O impacto da transição energética sobre o SIN</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 18:10:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de se estimar o impacto da transição energética sobre o SIN (Sistema Interligado Nacional) foi simulado um cenário de substituição integral do combustível utilizado no Setor Transporte Rodoviário por energia elétrica. No ano de 2022 o consumo energético nesse setor, no segmento de veículos movidos a motores de ciclo Otto (gasolina, álcool [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de se estimar o impacto da transição energética sobre o SIN (Sistema Interligado Nacional) foi simulado um cenário de substituição integral do combustível utilizado no Setor Transporte Rodoviário por energia elétrica. No ano de 2022 o consumo energético nesse setor, no segmento de veículos movidos a motores de ciclo Otto (gasolina, álcool e GNV), e de ciclo Diesel foi de 83.940 x 10<sup>3</sup>TEP o que corresponde a 976GWh, conforme BEM 2023. A Tabela 1 apresenta esses números em detalhes.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-5075" src="http://helo.test/wp-content/uploads/2024/04/Picture1-300x138.png" alt="" width="682" height="314" srcset="https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Picture1-300x138.png 300w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Picture1-1024x472.png 1024w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Picture1-768x354.png 768w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Picture1-1536x709.png 1536w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Picture1.png 1847w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p>Tabela 1: Consumo de energia no Setor Transporte Rodoviário (Fonte BEM 2023).</p>
<p>Mais de 25% de toda a energia consumida no país é destinada Setor de Transportes, sendo que 95% corresponde ao transporte rodoviário. Neste segmento, apenas os motores de ciclo Otto respondem por aproximadamente metade de toda a energia térmica consumida (Gasolina, Álcool e GNV), ficando o restante por conta dos motores de ciclo Diesel (Óleo Diesel e Biodiesel).</p>
<p>Duas rotas tecnológicas principais se apresentam para a substituição do uso de combustíveis por energia elétrica no Setor Transporte Rodoviário: A rota por armazenamento em baterias e a rota via produção de H2V. A Figura 1, a seguir, apresenta essas duas rotas e suas respectivas eficiências.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-5076" src="http://helo.test/wp-content/uploads/2024/04/3-300x153.png" alt="" width="678" height="346" srcset="https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/3-300x153.png 300w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/3-1024x522.png 1024w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/3-768x391.png 768w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/3-1536x783.png 1536w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/04/3.png 1870w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></p>
<p>Figura 1: Rotas para uso de veículos elétricos no Setor Transporte Rodoviário.</p>
<p>A tabela 2 a seguir mostra os percentuais do total da energia elétrica produzida no país (para todos os setores), que deveria ser destinado ao setor transporte rodoviário, para a substituição integral dos combustíveis por energia elétrica, considerando (conforme mostra a Figura 1) uma eficiência de 86% de carros elétricos a bateria e de 23% dos carros elétricos a H2V:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="170">Fração do consumo total de Energia Elétrica</td>
<td width="189">Substituição Integral por Veículos Elétricos a Bateria</td>
<td width="197">Substituição Integral por Veículos Elétricos a H2V</td>
</tr>
<tr>
<td width="170">Ciclo Otto</td>
<td width="189">9,6%</td>
<td width="197">33,9%</td>
</tr>
<tr>
<td width="170">Ciclo Diesel</td>
<td width="189">13,2%</td>
<td width="197">49,1%</td>
</tr>
<tr>
<td width="170">Total</td>
<td width="189">22,8%</td>
<td width="197">83,0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tabela 2: Substituição de veículos a combustão interna por veículos elétricos no Setor Transporte Rodoviário.</p>
<p>Pelos resultados obtidos, a substituição integral de veículos com motores a combustão interna por veículos elétricos levaria a um impacto maior que 20% sobre a produção total de energia elétrica (no caso de veículos a bateria) ou um impacto superior a 80% sobre a produção total de energia elétrica (no caso de veículos a H2V).  Lembrando que o transporte rodoviário responde por menos de um quarto do consumo energético do país, pode-se estimar o grande esforço que deverá ser empreendido para uma transição energética com uma efetiva descarbonização da economia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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		<title>Estratégia e Planejamento Energético</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 18:37:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil nunca se distinguiu por sua capacidade de planejamento. Talvez o setor elétrico tenha sido uma exceção, no passado, quando o mercado de consumo era mais previsível e quando a geração era basicamente hidro e termelétrica. Para agravar a atual dificuldade  de se planejar o setor elétrico, temos a rápida evolução tecnológica na geração, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">O Brasil nunca se distinguiu por sua capacidade de planejamento. Talvez o setor elétrico tenha sido uma exceção, no passado, quando o mercado de consumo era mais previsível e quando a geração era basicamente hidro e termelétrica. Para agravar a atual dificuldade<span class="Apple-converted-space">  </span>de se planejar o setor elétrico, temos a rápida evolução tecnológica na geração, como no caso das usinas eólica e solar fotovoltaica. Pelo lado do consumo, a introdução massiva dos veículos elétricos no mercado, por exemplo, deverá modificar fortemente os hábitos de consumo agravando essa dificuldade. Além desses fatores, as atuais restrições ambientais tornaram-se condições de contorno muito mais severas, em particular para atender à chamada transição energética.</p>
<p class="p1"><span class="Apple-converted-space"> </span>Todo esse quadro aumenta a dificuldade de se conduzir um planejamento criterioso do setor elétrico, mas a principal razão é que o planejamento deve pressupor uma estratégia, que oriente as ações de planejamento. Não se pode esperar que o setor elétrico seja uma área em que, simplesmente, o mercado se autorregule, como gostariam alguns. Tampouco o planejamento energético pode ser uma atividade exclusivamente de estado, como defendem outros.</p>
<p class="p1">Qualquer que seja a abordagem, quando consideramos todo um conjunto de alternativas de investimento em determinado setor, nunca estão disponíveis recursos materiais e humanos para se atender toda a demanda. A tomada de decisão sobre quais ações estimular e que outras serão preteridas, carece de uma estratégia que deve existir para dar sentido ao planejamento. Só então ações regulatórias, por exemplo, deverão ser tomadas.</p>
<p class="p1">Diferentemente de uma empresa, onde é mais fácil conceber uma estratégia condizente com seus objetivos, para um país muitos outros parâmetros compõem o quadro para tomada de decisões. Nesse caso, frequentemente, na carência de uma estratégia, são feitos planejamentos e distribuição de recursos baseados em “lobbys” de interesses privados ou de correntes políticas nem sempre voltadas para os melhores interesses da sociedade.</p>
<p class="p1">Por outro<span class="Apple-converted-space">  </span>lado, ter uma estratégia que priorize tudo não serve de nada. Esse é, muitas vezes, o caso de aplicação de recursos de forma centralizada, que tenta atender a tudo com parcos recursos, sem definir uma prioridade ou uma estratégia que oriente o desenvolvimento de um país em uma linha coerente, ainda que sujeita a<span class="Apple-converted-space">  </span>percalços.</p>
<p class="p1">O Programa Nuclear Brasileiro baseado em um acordo com um país que aboliu o uso de energia nuclear por razões ambientais é um exemplo desse insucesso. Outro exemplo é o da estratégia nacional de construção de UHEs a fio d’água (com pequenos reservatórios), também por razões ambientais, que posteriormente demandariam a ampliação do uso de UTE para garantir a flexibilidade de geração não proporcionadas por aquelas UHEs, voltando a gerar fortes impactos ambientais. Por ironia, uma das alternativas aventadas para corrigir esse problema é o armazenamento em reservatórios de usinas hidrelétricas reversíveis, voltando ao problema inicial.</p>
<p class="p1">A estratégia está associada às escolhas para se atingir objetivos e metas. Já o planejamento está ligado ao processo, à forma de organização das ações para alcançar esses objetivos. Sem esses conceitos claros, corremos o risco de, como no passado, agirmos de forma incoerente. Ter uma boa estratégia não é fácil, mas seguir sem ela pode ser um tiro no pé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
<p>O post <a href="https://serrenovaveis.com.br/estrategia-e-planejamento-energetico/">Estratégia e Planejamento Energético</a> apareceu primeiro em <a href="https://serrenovaveis.com.br">SER Renováveis</a>.</p>
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		<title>Eficiência Energética e Impacto Ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 15:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Toda tecnologia de produção ou uso de energia tem uma eficiência associada que é medida durante a sua operação. Menos conhecida é a eficiência que leva em conta a análise do ciclo de vida dessa tecnologia. Isso é, que considera também a energia dispendida na confecção e instalação da tecnologia ou mesmo no seu descomissionamento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Toda tecnologia de produção ou uso de energia tem uma eficiência associada que é medida durante a sua operação. Menos conhecida é a eficiência que leva em conta a análise do ciclo de vida dessa tecnologia. Isso é, que considera também a energia dispendida na confecção e instalação da tecnologia ou mesmo no seu descomissionamento, que são as providências necessárias para mitigação de impactos ambientais e recuperação de áreas degradadas pela tecnologia ao final de sua vida. Está claro que não é uma tarefa fácil fazer esse cálculo que, além de complexo, ainda é<span class="Apple-converted-space">  </span>dinâmico no tempo.</p>
<p class="p1">Um painel fotovoltaico, por exemplo, consome grande quantidade de energia em sua confecção, podendo chegar próximo de 10% do que produz durante sua vida. O tratamento e destinação dados ao painel fotovoltaico, quando do seu descomissionamento, também implica em consumo energético. Toda essa energia dispendida fora do período de operação de uma tecnologia é por vezes importante e deve ser considerada no cômputo da eficiência energética tomada ao longo do seu ciclo de vida.</p>
<p class="p1">De forma análoga pode ser mostrado que a emissão de GEE também ocorre fora do período de operação de uma tecnologia de geração de energia, ou seja, durante o seu período de produção e de descomissionamento. Isso acontece mesmo no caso de energias ditas “renováveis”. Dessa forma, para rotularmos uma tecnologia de energia como sendo totalmente renovável, deveríamos garantir a não existência de energia fóssil utilizada em toda a sua cadeia de produção, transporte ou de destinação final (ao término de sua vida). A rigor, nenhuma tecnologia de energia é 100% renovável e quando assim a chamamos, como no caso de geração fotovoltaica, eólica e hidrelétrica, estamos desprezando ou omitindo a emissão de GEE.</p>
<p class="p1">A medida da emissão de GEE é dada pela razão entre a massa de CO<span class="s1"><sub>2</sub></span> liberada e a energia produzida [g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/KWh]. Na produção de módulos fotovoltaicos, por exemplo, são emitidos cerca de 40g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/KWh produzido ao longo de sua vida útil. Cálculos equivalentes feitos para a geração eólica <i>on shore</i> mostram uma emissão de 10g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/KWh e de 25g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/KWh, no caso de geração <i>off shore</i>. Apenas como referência, uma Usina Termelétrica a Diesel emite ao longo do seu ciclo de vida 866g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/kWh.</p>
<p class="p1">Em qualquer tecnologia de produção de energia, renováveis ou não, o impacto ambiental, bem como a geração de GEE delas decorrente é tão maior quanto menor for sua eficiência (considerando todo o ciclo de vida). A eficiência energética passa a ter um papel determinante na pegada ambiental de uma tecnologia. Assim, se dobrarmos a eficiência energética de determinada tecnologia, o seu impacto ambiental bem como a emissão de GEE (em [g<span class="s1"><sub>CO2</sub></span>/KWh]) para a produção de uma mesma quantidade de energia fica reduzida à metade.</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
<p>O post <a href="https://serrenovaveis.com.br/eficiencia-energetica-e-impacto-ambiental/">Eficiência Energética e Impacto Ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://serrenovaveis.com.br">SER Renováveis</a>.</p>
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		<title>SER Renováveis e Agenda 2030</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 19:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A SER está comprometida com as diretrizes das Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7, 11 e 17 da Agenda 2030 da ONU, que destacam a promoção de Energia Limpa e Acessível, Cidades e Comunidades Sustentáveis, e a Revitalização das Parcerias Globais para o Desenvolvimento Sustentável. Este compromisso, que vai além de uma escolha estratégica, reflete [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SER está comprometida com as diretrizes das Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7, 11 e 17 da Agenda 2030 da ONU, que destacam a promoção de Energia Limpa e Acessível, Cidades e Comunidades Sustentáveis, e a Revitalização das Parcerias Globais para o Desenvolvimento Sustentável. Este compromisso, que vai além de uma escolha estratégica, reflete um imperativo ético e técnico fundamental para o nosso modelo de negócio e estratégia de crescimento.</p>
<p>Nosso foco em integrar e expandir soluções de energia limpa e acessível, assim como práticas que melhoram a eficiência energética e priorizam fontes renováveis, responde tanto à demanda por responsabilidade ambiental quanto ao objetivo de contribuir para um futuro energético sustentável de comunidades e cidades.</p>
<p>A formação de parcerias estratégicas é chave para amplificar o impacto de nossas iniciativas de sustentabilidade. Estamos em constante busca por colaborações com stakeholders de diferentes setores para fortalecer nossa contribuição para o desenvolvimento sustentável e uma agenda compartilhada de progresso.</p>
<p>Comprometida em alinhar suas operações e estratégias às ODS 7, 11 e 17, a SER reconhece a importância de uma abordagem contínua de avaliação e adaptação de suas práticas. Nosso objetivo é não apenas alcançar sucesso empresarial sustentável, mas também fazer uma contribuição significativa para um futuro mais sustentável e inclusivo, assegurando um impacto positivo duradouro para as próximas gerações.</p>
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		<title>Desenvolvimento em Baterias</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 10:53:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As baterias eletroquímicas tiveram um avanço muito grande no passado recente. Sendo a forma mais eficiente de se armazenar energia elétrica em grande escala, as baterias aumentaram muito a densidade de energia armazenada e a velocidade de carga, além de sua vida útil. A evolução da tecnologia de baterias tem sido exponencial. Há sete anos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">As baterias eletroquímicas tiveram um avanço muito grande no passado recente. Sendo a forma mais eficiente de se armazenar energia elétrica em grande escala, as baterias aumentaram muito a densidade de energia armazenada e a velocidade de carga, além de sua vida útil. A evolução da tecnologia de baterias tem sido exponencial. Há sete anos o preço da energia (KWh) armazenada em baterias era três vezes maior.</p>
<p class="p1">Essa rápida evolução, especialmente das baterias que empregam Lítio e eletrólito líquido, em muito se deveu à elevada demanda dos veículos elétricos, cujo mercado já é uma realidade.</p>
<p class="p1">Embora a atual tecnologia ainda seja passível de muito desenvolvimento, montadoras como Volkswagen, Toyota, Nissan, Honda, GM e BMW apostam em uma nova tecnologia: a de Bateria de Estado Sólido (SSB), que com maior eficiência energética e uma vida útil mais longa<span class="Apple-converted-space">  </span>prometem reduzir drasticamente seu preço.</p>
<p class="p1">As baterias estacionárias, utilizadas para armazenamento em larga escala de energia solar fotovoltaica, por exemplo, são menos exigentes que as automotivas, especialmente quanto à densidade de energia e se aproveitaram de todo o desenvolvimento das baterias veiculares.</p>
<p class="p1">Nesse mercado, as baterias de Sódio aparecem como uma alternativa menos exigente em termos de insumos, ambientalmente mais amigáveis e usando insumos mais baratos. A sua desvantagem de menor densidade de armazenamento (em relação às de Lítio) não é uma restrição relevante para as baterias estacionárias.</p>
<p class="p1">Ao fim da vida, as baterias de uso veicular podem ainda ser utilizadas por cerca de dez anos em aplicações estacionárias. Esse uso das chamadas “baterias de segunda vida” mostra-se muito promissor, pois permite uma extensão do ciclo de vida da bateria, com um pequeno investimento adicional.</p>
<p class="p1">Uma outra tecnologia de baterias são as baterias de fluxo redox, que armazenam eletricidade como energia química em dois tanques. Os tanques são cheios de sais dissolvidos em ácidos inorgânicos que estão conectados a uma ou mais células eletroquímicas pelas quais as baterias são carregadas ou descarregadas. Essas baterias operam com níveis de eficiência de até 80%.</p>
<p class="p1">As baterias de fluxo são particularmente adequadas para uso estacionário em sistemas de armazenamento de grande porte conectados a fontes renováveis, especialmente para usos com longos tempos de descarga. Por não serem usadas em veículos, não tiveram o mesmo desenvolvimento acelerado que as demais baterias. Mais aprimoramentos ainda são necessários para reduzir o seu custo e aumentar sua eficiência, mas são também muito promissoras.</p>
<p class="p1">Além das baterias existem diversas outras tecnologias alternativas de armazenamento estacionário de energia elétrica. As Usinas Hidrelétricas Reversíveis, o armazenamento em Ar Comprimido, o armazenamento Gravitacional e o armazenamento em Hidrogênio são algumas possibilidades que se encontram em diferentes estágios de desenvolvimento e que têm nichos particulares de aplicação. Dentre as alternativas, o armazenamento por baterias figura entre as tecnologias que melhor se adequam ao armazenamento de fontes renováveis intermitentes, tendo em vista a sua elevada eficiência, facilidade de instalação (não demandam recursos hídricos ou conformações topográficas particulares) e a sua evolução tecnológica exponencial prenuncia acentuada redução de custos no futuro.</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que não falam sobre o Hidrogênio Verde</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 12:33:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A repetição constante de informações incorretas ou imprecisas, pode levar a uma percepção distorcida da realidade, criando um poderoso instrumento de formação de opinião em massa. Este fenômeno não se limita ao âmbito político, como no caso das “Fake News”, mas se estende a vários outros domínios incluindo a percepção do Hidrogênio Verde (H2V) como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A repetição constante de informações incorretas ou imprecisas, pode levar a uma percepção distorcida da realidade, criando um poderoso instrumento de formação de opinião em massa. Este fenômeno não se limita ao âmbito político, como no caso das “Fake News”, mas se estende a vários outros domínios incluindo a percepção do Hidrogênio Verde (H<sub>2</sub>V) como &#8220;Combustível do Futuro&#8221;. Enquanto suas características positivas, como alto poder calorífico e a produção de água pura como único rejeito, são amplamente divulgadas, uma análise mais abrangente revela aspectos menos favoráveis.</p>
<p>Quais sejam, o H<sub>2</sub>V não se encontra em um reservatório na natureza, necessita de uma fonte de energia sustentável na sua produção por eletrólise que tem uma eficiência de aproximadamente 60%. Isto é, perde-se 40% da energia elétrica renovável com a qual é produzido. A produção do H<sub>2</sub>V demanda água doce (recurso escasso) na proporção de 17 litros de água por quilo de H<sub>2</sub>V produzido.</p>
<p>Um bom combustível é uma substância que acumula muita energia, preferencialmente líquida, permitindo seu fácil armazenamento e transporte. Especialmente para a alimentação de veículos, o armazenamento do H<sub>2</sub>V é caro e/ou ineficiente, sendo objeto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico buscando melhorar suas características. Com a tecnologia atual, dentre as possibilidades de armazenamento compatíveis com a mobilidade, destacam-se as tecnologias de alta pressão (800atm) e de liquefação criogênica (-253°C), ambas caras e energeticamente pouco eficientes, mesmo considerando a possibilidade de uso do H<sub>2</sub>V em Células a Combustível (Fuel Cells) que apresentam eficiência elevada (cerca de 65%).</p>
<p>A Tabela mostrada compara o desempenho no armazenamento do H<sub>2</sub>V por diferentes tecnologias com a  gasolina e mostra  suas respectivas eficiências desde o combustível à produção de trabalho (<strong><em>η</em></strong><strong><sub>2</sub></strong>) e desde a energia elétrica renovável `a produção de trabalho, incluindo a eletrólise (<strong><em>η</em></strong><strong><sub>3</sub></strong>).</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-5026 aligncenter" src="http://helo.test/wp-content/uploads/2024/01/Imagem1-300x151.png" alt="" width="666" height="335" srcset="https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Imagem1-300x151.png 300w, https://serrenovaveis.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Imagem1.png 689w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /></p>
<p>Tabela 1: Desempenho no armazenamento do H<sub>2</sub>V. Cálculo feito utilizando os rendimentos: <strong><em>η</em></strong><strong><sub>eletrólise</sub></strong><strong>=60%; <em>η</em><sub>FuelCell</sub>=65%;<em> η</em><sub>motorEétrico.</sub>=95%;<em> η</em><sub>CicloOtto</sub>=30%</strong>.</p>
<p>Verificamos que a energia útil armazenada em 1m<sup>3</sup> de gasolina é 2,7 vezes maior que a armazenada em 1m<sup>3</sup> de hidrogênio líquido e 4,2 vezes maior que a armazenada em 1m<sup>3</sup> de hidrogênio comprimido a 800 atmosferas. Isso desconsiderando o próprio volume dos reservatórios, que não são um tanque comum como na gasolina e demandam um investimento elevado.</p>
<p>A tecnologia de armazenamento de hidrogênio líquido, a que concentra maior massa de H<sub>2</sub>V, é pouco eficiente energeticamente e apresenta ainda uma restrição adicional: ao se manter o hidrogênio armazenado (a -253°C) por períodos mais prolongados ocorre uma perda de cerca de 1% ao dia, devido à sua evaporação para o ambiente (boil off). Essa característica limita muito as possibilidades de transporte, distribuição e de armazenamento por essa tecnologia, especialmente em veículos de média e pequena escala, restringindo ainda o seu uso ou permanência em locais fechados, pelo risco de explosão.</p>
<p>O H<sub>2</sub>V pode vir a ter um papel importante como insumo para a indústria química, no refino do petróleo e como precursor de outros produtos (inclusive de combustíveis sintéticos chamados de e fuels), mas não acredito que o quadro apresentado credencie o H<sub>2</sub>V como um combustível muito promissor.</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
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		<title>O que esperar do setor de energias renováveis em 2024?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 15:46:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No setor elétrico, a participação de geração das fontes renováveis, que registrou recordes em 2023, prevê a integração cada vez maior no sistema, com transformações significativas no mercado, desenvolvimento de novas tecnologias e inovações promissoras para ano de 2024. As transformações no mercado de energia são esperadas pela abertura do mercado livre de energia, estabelecida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">No setor elétrico, a participação de geração das fontes renováveis, que registrou recordes em 2023, prevê a integração cada vez maior no sistema, com transformações significativas no mercado, desenvolvimento de novas tecnologias e inovações promissoras para ano de 2024.</p>
<p class="p1">As transformações no mercado de energia são esperadas pela abertura do mercado livre de energia, estabelecida pela portaria MME 50/2022, que entra em vigor em janeiro de 2024, permitindo a qualquer consumidor do Grupo A, independentemente do seu consumo, a opção de compra de energia elétrica a qualquer concessionário, permissionário ou autorizado de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional. A abertura do mercado traz maior liberdade de escolha para os consumidores, com oportunidade de alocação de novos projetos de geração. Outro fato a ser considerado para maior segurança aos agentes é o aumento de carga de 3,5% para o próximo ano, apontado pelo Planejamento Energético Anual, realizado pela ONS, CCEE e EPE, alcançando 78.447 MW médios.</p>
<p class="p1">No desenvolvimento de nova tecnologias, as fontes renováveis têm avanços significativos. Para o setor eólico e fotovoltaico os desenvolvimentos tecnológicos das turbinas e painéis propiciam maiores capacidades de geração, utilização de novos materiais e aumento de eficiências. O Plano da Operação energética – PEN, publicado pela ONS tem como objetivo apresentar as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional – SIN e indica a evolução da matriz para geração eólica de 28 GW para 31 GW em 2024, e de 10 para 15 GW de solar centralizada.</p>
<p class="p1">O avanço das fontes de energia variável na matriz e as mudanças climáticas são fatores que trazem desafios adicionais na dinâmica para operação do sistema brasileiro, que cobre uma extensão territorial superior à da União Europeia. O operador nacional, através das participações ativas em debates e discussões em encontros que reúne os operadores dos maiores sistemas elétricos do mundo, destacam a complexidade do Sistema Nacional Interligado.</p>
<p class="p1">A composição crescente da intermitência intensifica a importância das soluções de armazenamento de energia ao sistema elétrico. Para a integração de baterias e outras soluções de armazenamento ao sistema elétrico brasileiro projeta-se a realização de leilões de reserva de capacidade para o ano de 2024.</p>
<p class="p1">Na transição energética, o hidrogênio é o segmento que ganhou destaque, globalmente, e para o Brasil, representa uma oportunidade promissora nos próximos anos. O desenvolvimento da tecnologia e discussões regulatórias avançam paralelamente para que o país se destaque e possa se tornar líder no mercado.</p>
<p class="p1">Para segurança jurídica aos investidores e preços competitivos, o Brasil espera a aprovação do Marco Regulatório do Mercado de Hidrogênio, através dos diferentes projetos de lei que rodam na câmara e no senado. A aprovação é essencial para a atração de grandes investimentos em 2024 no Brasil. Paralelamente aos avanços regulatórios, o governo federal se posicionou com metas ambiciosas de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&amp;D&amp;I) de projetos de hidrogênio em todo território nacional, prevendo o investimento de R$200 milhões de reais até 2025.</p>
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		<title>Energia e guerra</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 12:25:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É bem conhecida pelos historiadores a frequente relação entre grandes conflitos regionais ou mundiais e a busca do controle sobre as fontes de energia fóssil, em particular do carvão e do petróleo. Menos estudado é o consumo de energia mundial para sustentar o aparato militar dos países envolvidos direta ou indiretamente em conflitos, mesmo em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É bem conhecida pelos historiadores a frequente relação entre grandes conflitos regionais ou mundiais e a busca do controle sobre as fontes de energia fóssil, em particular do carvão e do petróleo.</p>
<p>Menos estudado é o consumo de energia mundial para sustentar o aparato militar dos países envolvidos direta ou indiretamente em conflitos, mesmo em tempos de paz. Esse consumo não é uma informação facilmente disponível e confiável. Mas, conforme  Departamento de Defesa dos EUA, nesse país em 2006, foram gastos 30.000 GWh apenas em eletricidade. Segundo a mesma fonte, esse gasto saltou para 202.000 GWh em 2018. Isto é da mesma ordem de grandeza de toda a energia elétrica consumida pelo Brasil no mesmo período.</p>
<p>O Ministério da Defesa dos EUA também divulgou que consumia cerca de 17.000.000m<sup>3</sup> de combustível por ano, equivalentes a 46.000 m<sup>3</sup> por dia. Esse consumo levou, em 2017, a emissões de CO<sub>2</sub> estimadas em 59 milhões de toneladas.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, o consumo de energia aumentou drasticamente. Com a proliferação dos veículos automotores, o petróleo ultrapassou o carvão como principal fonte de energia e aumentou o gasto energético mundial tanto em tempos de paz como em conflitos armados. Para se ter ideia, apenas um avião caça supersônico chega a gastar 30 toneladas de combustível por hora.</p>
<p>Não é desconhecido por ninguém o estrago causado por explosões durante um conflito armado. Nesse caso, o importante gasto energético corrido, apesar de grande, é muito inferior ao estrago causado.  Além de perdas humanas irreparáveis, são destruídos alvos altamente intensivos em energia.  É o uso de energia nobre no aumento da entropia, sem vantagem para ninguém, deixando um legado sinistro para a humanidade.</p>
<p>Se considerarmos, ainda, a energia embutida no ciclo de vida de todos os armamentos bélicos (tanques, aviões e navios, entre outros), o consumo de energia em conflitos se torna ainda muito maior. Lembro “en passant” do recente e desastroso episódio do descomissionamento do porta-aviões brasileiro São Paulo, que fez um passeio à Europa e terminou no fundo do mar, com um gasto enorme de energia.</p>
<p>A produção de amônia também tem uma história peculiar. Ocorre um importante consumo de energia em sua produção, através do processo de síntese HB, que rendeu aos seus desenvolvedores (Haber e Bosch) o prêmio Nobel. É irônico pensar que a síntese da amônia foi ao longo da Primeira Guerra Mundial, mais importante como  insumo para a produção de explosivos (como TNT e nitroglicerina) do que como insumo para a produção de fertilizantes. Também aí, o gasto energético com conflitos bélicos se sobrepõe ao nobre uso da energia na produção de fertilizantes para a agricultura. A própria energia nuclear, para fins pacíficos foi, de início, um subproduto da produção de Plutônio utilizado na confecção de artefatos nucleares.</p>
<p>Por fim, é icônico lembrar que o fim da Segunda Guerra Mundial se dá com a explosão de uma Bomba Atômica de 16 quilotons, equivalentes a 1,16 GWh, liberados em poucos segundos em Hiroshima.</p>
<blockquote><p>A racionalidade no uso da energia não admite a criação de uma economia verde que seja capaz promover uma guerra também verde, perpetuando a incoerência de nossa sociedade na busca de uma economia sustentável ao lado dessa contradição energética.  Tem-se a sensação de estarmos evitando que uma torneira pingue, ao lado de outra permanentemente aberta.</p></blockquote>
<p>A energia é poder e não lhe cabem adjetivos. Bons ou maus são os usos que dela fazemos.</p>
<p>Professor Mario Olavo Magno de Carvalho | Consultor da SER<br />
<em>A SER RENOVÁVEIS incentiva ativamente o debate sobre temas relacionados aos seus negócios, pois acreditamos que isso contribui para enriquecer as discussões. Portanto, é importante destacar que as opiniões expressas por nossos articulistas não refletem, necessariamente, a posição oficial da empresa.</em></p>
<p>O post <a href="https://serrenovaveis.com.br/energia-e-guerra/">Energia e guerra</a> apareceu primeiro em <a href="https://serrenovaveis.com.br">SER Renováveis</a>.</p>
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